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Cuidados ortodônticos na primeira idade



Dar chupeta para o bebê não chorar, como já dizia a marchinha de Carnaval, é um gesto quase automático para amenizar a manha dos pequenos. O problema é que, ao mesmo tempo em que esse acessório é capaz de tranquilizá-los, ele também pode fazer mal para a saúde bucal na infância. O mesmo vale para aquelas crianças que vivem com o dedo na boca. Mas e agora, será que esses hábitos podem levar os dentes a entortar?

Muitos podem achar um hábito inofensivo e fofo, mas chupar dedo e chupeta após os 3 anos de idade resulta em problemas bucais futuros para a criança. A verdade é que o bebê nasce com esse instinto de querer sugar algo, Instinto esse essencial para sua alimentação e sobrevivência nos primeiros meses de vida. E este é um hábito que dá muito prazer e acalma a criança nos primeiros anos de vida.

Portanto, se a criança está irritada e com vontade de sugar o que vê pela frente, é interessante o uso da chupeta, pois se ela descobre o dedo e a mão, estes entortam mais o dente, e é mais difícil a remoção posteriormente. A maioria das crianças que largam o uso da chupeta até 3 anos, os dentes se endireitam sozinhos, sem necessidade de correção ortodôntica. Mas se passa dos 4 anos com o hábito, as chances são grandes de intervenção ortodôntica precoce, geralmente com aparelhos móveis, mas podendo ser necessário alguns aparelhos fixos.

Os pais ficam preocupados no momento de retirar a chupeta, mas o importante nesta hora é não causar traumas. Jogar o acessório fora sem avisar não é a melhor atitude. Conversas sobre a importância de largar a chupeta é recomendável. Pode-se dizer para elas que já são “grandinhos”, e que super-heróis e princesas não usam chupetas, por exemplo.

Explique a todo o momento que a criança precisa deixar a chupeta por conta da idade e que será o melhor para ela. Se o pequeno apresentar resistência, procure ajuda de um especialista. Desta forma, a criança não corre o risco de ter problemas bucais e encara de forma positiva a perda do acessório.

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Adaptado de: Sorrisologia, 17/01/2017